sexta-feira, 7 de maio de 2010

CESP - TU E O TEU BEM-ESTAR (ÁREA-PROJECTO - 12ºA)


As alunas Djoyce Moura, Inês Ladeira, Patrícia Santos, Sofia Alexandre e Vanda Sequeira da turma A do 12ºano estão a desenvolver um projecto na área curricular não disciplinar Área de Projecto cujo tema principal é a saúde. Com o objectivo de consciencializar, educar, sensibilizar e prevenir toda a população para a saúde e a necessidade de ter um estilo de vida saudável realizaram, ao longo do 2º período, diversas actividades como rastreios, aula de step, aula de hidroginástica, aulas de dança, piquenique saudável, palestras e aula de relaxamento e postura inseridas na “Missão: + saúde”.

Podes ver alguns momentos das actividades realizadas no vídeo que se segue!




Missão + Longo - These bloopers are hilarious

quinta-feira, 6 de maio de 2010

UMA SOCIEDADE DE DEVER E COMPROMISSO

Nunca, como hoje, o sentido de responsabilidade marcou tanto a agenda da nossa Sociedade. Prudência e consciencialização são palavras de ordem num cenário em que não apenas se vive, mas sobrevive-se.

É ser-se demasiado economicista pensar que não há mais vida para além do défice. Há mais vida para além do défice. Há mais vida para além da dívida pública. No actual cenário português, o combate ao défice orçamental não deve ser a nossa única prioridade. O combate ao défice intelectual e à dívida da responsabilidade têm de ser o principal motivo de mobilização dos portugueses para superar os desafios que se aproximam.

Despertar para o dever

E por Português entenda-se todo aquele que nasce para o ser, por direito e dever, que nasce para servir a pátria e que nasce para partir em busca de novos horizontes. Não é admissível que cada um se tente demarcar das suas próprias responsabilidades como que depositando no outro, no próximo ou naquele que deseja vir em seu nome, a culpa do seu egocentrismo social. Compreende-se que se tenha esgotado o limite da sanidade colectiva mas é inadmissível que se continue a aprovar um individualismo quase que inato ao português. Não há adjectivação suficientemente rica para expressar a indignação que grita dos pulmões de uma alma lusitana. Onde está a mão invisível? Onde está o Português que faz o melhor para si mesmo e que é o melhor para a Sociedade onde vive? Eu quero-o! Quero-o para que restaure, a quem digno desse direito, o interesse por aquilo que lhe pertence e herdou. Não podemos continuar a lidar passivamente com os temas da Sociedade corrente, omitindo opiniões e manifestos só porque o tema não nos entra pela casa dentro ou só porque nos é menos fatigante banalizar esse tema.

Nem todo o cidadão pode considerar-se audaz para acusar aquele que pratica a política quando não o é, em boa conta, para assumir o dever de demarcar-se como alternativa. Apela-se à opinião, mas opinar por opinar com fundamentos vazios de conteúdo é mais do mesmo: uma mão cheia de nada!

A política ao serviço do povo

E o político? Aquele que, pomposamente vulgarizado, diz respeito ao exercício do poder é mais político do que representante? Quando orgulhosamente virgem, o político apela ao povo a sua representação, de corpo e alma sãos. À partida, não há como tirar o crédito a quem assume o compromisso de representar a vontade popular e de aceitar o desígnio eleitoral. Afinal, há mais nobre função do que esta? A partir do instante em que o político – que já não é virgem – faz uso do compromisso que assumiu para manipular ou influenciar abusivamente uma decisão a seu próprio favor, ainda que por conta de outrem, passa a depender da política e está perdido o seu carácter político. A política devia ser suficientemente autónoma para escolher os melhores e rejeitar os que fazem uso dela para sobreviverem, seja de que maneira for. Com toda a certeza que quem partilha deste sentimento sente o dever de romper com estas e quaisquer promiscuidades políticas porque a política deve estar ao serviço de todos e não ao serviço de cada um.

E como pode cada um de nós sentir-se representado quando o representante ou corrompe ou é corrompido?

Nesta fase, é inútil aparecerem novas gerações políticas com os mesmos apelos de sempre. O apelo já não tem crédito. Agora, resta-lhes fazer diferente.

Moderar a expressividade

Parecendo que tudo isto não seja já suficientemente pérfido, há, ainda, a necessidade de abordar uma última questão. Ao longo dos últimos meses, muitos têm sido os representantes que, em vanglória, perdem o seu sentido de responsabilidade, representação e de mútuo respeito profissional em plena “casa-mãe” da Democracia. A competência de “elogios” insultuosos entre os nossos representantes vai desde a arte circense à arte taurina. E já não há eufemismos que salvem metáforas hiperbolicamente demonstradas pelos nossos representantes. Não é propósito do artigo culpabilizar seja quem for, mas seria sugestivo responsabilizar quem tem de ser responsabilizado e proceder a um auto-juízo de consciência.

Parece chegada a altura, mais do que necessária, para cada um de nós reflectir sobre o seu papel na Sociedade e sobre a responsabilidade que cada um de nós tem no futuro que diariamente constrói.

Carlos Raimundo, 11º Ano, ESSL

Texto publicado no Expresso online:http://aeiou.expresso.pt/uma-sociedade-de-dever-e-compromisso=f581000

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A S. LOURENÇO BRILHA NAS OLIMPÍADAS DA FÍSICA

No dia 24 de Abril, em Lisboa, os alunos de Física e Química da turma D do 11º ano da Escola Secundária de S. Lourenço, Leonor Aires Figueiredo, Miguel Trindade e Sofia Fernandes, juntamente com as professoras da disciplina Beatriz Quezada e Maria Alzira Nunes, participaram nas Olimpíadas de Física 2010 - Etapa Regional. Nesta fase estiveram envolvidos, aproximadamente 300 alunos da Região Sul e das Ilhas.

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Os alunos, além da realização da prova, participaram nas actividades propostas pela organização, as quais proporcionaram partilha de conhecimentos e experiências relevantes para a sua vida futura.

Os alunos envolvidos demonstraram grande empenho e motivação na preparação e execução da prova.

É de salientar a prestação da aluna Leonor Aires Figueiredo, que obteve um excelente resultado, ficando no 2º Lugar do pódio, trazendo para a nossa escola e cidade uma honrosa medalha de prata.

A aluna irá participar na Etapa Nacional das Olimpíadas da Física, em Lisboa nos dias 4 e 5 de Junho, do corrente ano, onde se vão encontrar cerca de três dezenas dos melhores alunos, seleccionados nas etapas regionais do país.

A escola agradece a todos os intervenientes envolvidos neste evento, desejando e reiterando sucesso na Etapa Nacional.

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F2

sexta-feira, 30 de abril de 2010

CORTOMETRAJES - LA NIÑA DEL COLUMPIO


La Niña Del Columpio - Amazing videos are here
Ser artista

Ser artista é transportar na alma sentir
Querer
Crer amar
Criar
Acordar mundo
Desabrochar infinito
Noutro contemplar.

Ser artista é ter de si alma
Criar sentidos
Prever desmentidos
Ouvir
Denunciar
Esquecer
Crer em mundos iguais
Banais
De sentir
Desejos carnais.

Ser artista é ser para lá do eterno
É ser mais ser
Onde o ser já não é
Onde o ser se conquista
Para lá da paixão
Ser mais que amor
Ser mais que pensar
Ser de mundo dor.

Ser artista é ter de si noticia
Em mundo de si silenciado
Por tentativa precoce
De se anunciar
De se sentir criado

Ser artista é ser de poeta pincel
É ter na alma criação
Dominar de pensar técnica
Construir
Usufruir
Criação estética.

Ser artista é ser de si isolado
Demonstrar pensar próprio
Contradição
Emancipação
Ostentação
Perdido de sentido
De si criação.

Ser artista é navegar
Passar o cabo na tormenta
Sentir saudade
Olhar solidão
Converter felicidade
Pensar divindade
Buscando novidade.

Ser artista?
É ser.
Um estar,
Um crer ,
Um amar,
Um sentir,
Um olhar,
Partir!
Novo mundo criar.

Luís Martins

OFICINA DE POESIA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

quinta-feira, 29 de abril de 2010

ÚLTIMO NÚMERO DO DISTRITO DE PORTALEGRE

Distrito

Há 126 anos, nascia na cidade de Portalegre um jornal.

Durante 126 anos, semanalmente, informou e formou gerações.

Eis o rosto do último número.

O Fim.

ACTUAÇÃO DA HALLITUNA (28/04/2010)

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EXPOSIÇÃO

Exposição na Galeria de S. Sebastião


“ARTES da S. LOURENÇO”
De 7 a 14 de Maio de 2010

Os alunos de 10º ano (Artes), da Escola Secundária de S. Lourenço de Portalegre, expõem os seus trabalhos artísticos à Comunidade, na Galeria de S. Sebastião, no edifício da Câmara Municipal.
Esta iniciativa deve-se ao empenho dos alunos das turmas I e H, em colaboração com os seus professores de Desenho, Português, História da Arte e Filosofia.
Têm sido muito importantes as exposições patentes, ao longo deste ano escolar, tanto na Galeria do Museu de Tapeçarias Guy Fino, como na Galeria de S. Sebastião e que por eles têm sido vistas e analisadas. O primeiro passo foi estudar e ver obras de alguns artistas, como Cruzeiro Seixas, Artur Bual, Paula Rego, Miró, Martins Correia e Bert Holvast e Mário Cessariny, …e depois ensaiar algumas técnicas.
O resultado foi surpreendente.


De 7 a 14 de Maio de 2010, visite a exposição de Artes da S. Lourenço, na Galeria S. Sebastião em Portalegre.

HALLITUNA, ACTUAÇÃO NO JARDIM DO TARRO


Hallituna Actuação No Tarro 28/04/2010 - For more amazing video clips, click here



Hallituna Tarro2 - Watch more amazing videos here

terça-feira, 27 de abril de 2010

CORTOMETRAJES - EL MUNDO DE LAS DROGAS


Mundo De La Droga - Click here for this week’s top video clips

TEATRO EM INGLÊS NO IPJ (OUTROS MOMENTOS)











À SEMELHANÇA DE CAMÕES, EM BUSCA DE UMA DEFINIÇÃO DE AMOR (10ºA)

Foto de João José Bica




Amor é ser feliz e bem chorar
É não ter caminho mas ser estrada
É onde há tudo mas de repente nada
É ir embora e não querer mais voltar.


Ser amado é ter sorte e ter azar
É ter a alma livre e aprisionada
A sonhar voar mas a ser travada
É poder ser simples mas complicar.


Então porquê amar e porquê o amor?
Porquê escolher chorar e não rir?
Porquê a incerteza, tristeza e dor?


Porque o amor é mais do que sentir,
É não ter sonhos mas ser sonhador,
Ter quem nos agarre antes de cair.


Francisco Duque, nº 13
Joana Duque, nº 14
João Crastes, nº 15
José Antunes, nº 16
10º A

sábado, 24 de abril de 2010

ALENTEJO

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Em Portugal, há duas coisas grandes, pela força e pelo tamanho: Trás-os-Montes e o Alentejo. Trás-os-Montes é o ímpeto, a convulsão; o Alentejo, o fôlego, a extensão do alento. Províncias irmãs pela semelhança de certos traços humanos e telúricos, a transtagana, se não é mais bela, tem uma serenidade mais criadora.

Miguel Torga, Portugal.


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ALENTEJO


A pequena povoação as pedras

Da calçada

Os muros brancos – a ponta do telhado

Se revira como a mão da bailarina

Chinesa -

A loja de barros: tigelas e cestos empilhados

Cheira a palha e a barro

Aroma de hortelã cheiro a vinho entornado

Junto ao sol excessivo a penumbra fina.


Sophia de Mello Breyner Andresen, O Búzio de Cós


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