terça-feira, 24 de maio de 2011

ÁREA PROJECTO - 12ºH

 

Momentos Musicais e Quadros e Outros 28

Ponto de Vista 2 - 75 (1)

Depois de tantos e tão bons trabalhos de Área de Projecto que foram apresentados no passado dia 13, na nossa escola, chegava a hora de o curso de Artes Visuais - os alunos do 12ºH - brilharem...e darem que falar.
       O auditório/ginásio da escola foi "invadido" pelas artes, e por uma grande exposição de excelentes trabalhos dos nossos alunos, desenvolvidos em Área de Projecto, mas também em Desenho A e Oficina de Artes. Pela altura em que começou o espectáculo, com várias actuações musicais, passando por diversos estilos - do pop-rock ao clássico - já havia casa cheia; mas a noite ainda era uma criança, e com os vários desfiles de três dos grupos da turma que se trabalharam em moda, o ambiente realmente aqueceu.
       A noite acabaria com a actuação da Hallituna, não sem antes a turma do 12º H agradecer a todos os que colaboraram e assistiram a esta grande noite de espectáculo que trouxe um brilho muito especial à ESSL.

Ana Rodrigues (12ºH)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

LEITURAS – A CIDADE DE ULISSES

ulisses

«As grandes navegações do século XV, do ponto de vista científico e tecnológico, implicaram um enorme passo em frente. Foi preciso desenvolver a matemática, a astronomia, a ciência náutica, modificar a forma e a vela dos navios, saber orientar-se noutro hemisfério, com novas constelações de estrelas. Escrevemos, no século XV, tratados de construção naval, aperfeiçoámos os navios, nos estaleiros junto de Lisboa, surgiu a primeira escola portuguesa de cartografia, conseguimos calcular com exactidão a latitude, cuja escala no século XVI introduzimos nas cartas e mais tarde outra, aproximada, de longitudes (só no século XVIII se chegaria com exactidão ao cálculo da longitude). Adquiriram-se novos conhecimentos na zoologia, botânica, medicina, farmacologia, estudo das línguas, etnologia, geologia. Não estivemos sozinhos nesse empreendimento, mas a nossa parte não podia ser ignorada.»

Teolinda Gersão

A Cidade de Ulisses (Sextante Editora), pág. 51



quinta-feira, 19 de maio de 2011

COMEMORAÇÕES DO DIA DA EUROPA

 

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O Clube Europeu da ESSL, para assinalar o dia da Europa, convidou o eurodeputado Miguel Portas para uma palestra.

Muitos alunos e professores da Escola participaram na iniciativa.

Ficam alguns momentos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

IMPRESSIONISMO

 

Iniciei a viagem. Passei pela porta laranja e transparente, uma entre tantas outras, e desloquei-me para o ponto de encontro. Os corredores, vazios e monótonos, cobriam-me antes de chegar à entrada. Até àquele momento tudo se encontrava em silêncio. As vozes encheram a escola, tornaram-na viva. Só faltava o sino de bronze ecoar. Encontrava-se esquecido e imóvel. Em tempos anteriores, teria sido usado diariamente, admirado e, talvez, odiado. Agora, quase morto e perdido no tempo, não vive, não se mexe, não marca a vida daqueles que passam por ele.

Lá fora, tudo parecia estar parado. O céu renasceu, o Sol brilha intensamente. Vêem-se andorinhas e outras aves. Vêem-se árvores e ervas. E, no meio do céu azul, vive um cataventos. Este ainda vive. O vento não se esqueceu dele. Preto e feito de ferro permanece em cima duma chaminé branca e amarela. Em cima de uma seta, observa-se um porco e um camponês, debaixo da suposta sombra da oliveira. Tudo próprio do Alentejo.

Tocava, naquele instante, na calçada que marcava o jardim. Um local mágico. Um mundo visitado por portalegrenses e estrangeiros. Anteriormente, vermelho e branco. Anteriormente, conhecido pelo seu lago. Agora, tudo desapareceu. A magia e o mistério dissiparam-se…. Destruído e aniquilado. Oposição entre a Natureza e a cidade. É o jardim de Portalegre.

Perto dele, encontrei o antigo mosteiro. Edifício histórico acompanhado pela estátua de D. João III. Moderno também, tal como o jardim. Monótono, tal como os corredores. A sua entrada marca o seu passado, como Mosteiro de São Bernardo. Único símbolo exterior antigo, mas não envelhecido. O caminho terminou e começou a aventura.

O contraste com o novo e o velho estava bem presente naquela ampla sala. Energias renováveis significavam Futuro, tecto e janelas o Passado. Eram bem visíveis as tecnologias. Computador, projector, brinquedos movidos a luz solar e objectos produtores de energia eléctrica. Imaginava-me no corpo de outra pessoa. Viajava ao longo do tempo. Outras pessoas, outros costumes, outras tecnologias. Tudo naquele espaço era o imaginável e o irreal para esses seres. No Presente, tudo se concretiza.

A pedra esculpida ao longo das janelas, fria e renovada permitia a entrada de luz solar. Autorizava o caminho dos raios de sol para iluminarem os posters da exposição. Seria de admirar que tal não acontecesse. Gélida, impotente… Quente ou viva, a pedra continuará naquela sala para alumiar aqueles que a visitem.

Afinal, o tempo não parou. Quinze horas e cinquenta minutos. Mais de meia hora passou desde o início da minha viagem. São horas de me deslocar ao meu lar. É o momento de realizar mais uma vez o trajecto. Encontro crianças. Encontro árvores. Encontro elementos naturais. A distracção leva-me a pisar frutos caídos no chão. Amoras, doces e benéficas, tratadas como bichos. Fruta saborosa que tornou as minhas sandálias peganhentas. É o contacto entre o Homem e a Natureza.

Ana Catarina Carrapiço e Oliveira (14.05.2011)

Nº1 – 11ºD

quinta-feira, 12 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

IDEIAS LUMINOSAS

 

Há ideias luminosas!

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Há ideias luminosas” é o ideal que nos move e é, também, aquele que dá resposta a um projecto desenvolvido na disciplina de Área de Projecto. Assim, com uma exposição, pretendemos melhorar, esclarecer, sensibilizar e alertar a sociedade para a importância crescente do uso das energias verdes, amigas do ambiente, do planeta e de todos nós.

Sabemos que Portugal não é um país que aposta muito nas energias renováveis, e, portanto, pensamos que é nosso dever, enquanto cidadãos activos, promover uma maior utilização destas energias, tendo sempre em atenção que, para haver uma maior aposta nelas, é necessária a educação das diferentes gerações.

Por fim, deixamos aqui o convite para que visitem a nossa exposição, sobre energias renováveis, na Galeria de S. Sebastião, que decorrerá de 9 a 13 de Maio na Câmara Municipal de Portalegre.

Contamos com a vossa presença, muito obrigado.

 

O grupo:

Catarina Marmelo

Danilo Candeias

Luís Almeida

Raquel Miranda

sexta-feira, 29 de abril de 2011

COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

 

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Recepção ao Coronel Vasco Lourenço

Biblioteca da Escola Secundária de S. Lourenço (29/04/2011)

terça-feira, 26 de abril de 2011

A S. LOURENÇO EM BARCELONA

 

Poema dedicado a Barcelona

pelo grupo de professores que acompanharam os alunos

De visita a Barcelona

Alegre grupo escolar

Encontra na multidão catalã

O encanto

Num passeio de busca cultural

Feito de arte

E alimento espiritual

 

Em Barcelona

Cidade de mil encantos

Brota Arte em cada recanto

Feito de humano canto

No recolhimento de múltiplos espantos

 

Barcelona é sinónimo de Arte

Forte cultura

Espanha de identidade própria

Cidade de distinta parte

Graciosa mas dura

Feita de gente verdadeira

Tida por si mesma em dupla fronteira

 

Barcelona é cidade feita de noite e dia

Um existir com ciência

De sentido histórico

Despertar de banal consciência

Nova euforia

Um renascer da universal história

Fundada na eterna e Sagrada Glória

 

 

Compilado por Luís Martins

 

Colónia Guell

Cripta Gaudi

Montserrat

Mosteiro Montserrat

Forno Solar Odeillo

PortAventura

domingo, 24 de abril de 2011

BERTRAND

 

O Fim é o princípio. Uma página que se vira.

Somos a tinta fresca em folha áspera.

A capa dura. Aquilo que procura. Somos a História.

Desde sempre. O terramoto de 55 e a revolução de 74.

Somos todos os nomes. As pessoas do Pessoa.

Alexandre Herculano e Ramalho  Ortigão.

O Mundo na mão.

Ponto de encontro. De quem pensa. De quem faz pensar.

Temos pele enrugada de acontecimentos. As páginas são nossas.

E o pó que descansa na capa também. Sabemos falar

de guerra e paz, explicar a origem das espécies e dizer qual

a causa das coisas. Somos  o que temos. A tradição e a vocação.

A atenção. A opinião. A história de dor e amor.

Somos o nome do escritor. A mão do leitor.

SOMOS LIVROS

 

Se eu fosse um livro

começava por ter páginas grossas.

Com duas ou três palavras e muitas cores.

Se eu fosse um livro era um livro de aventuras. De piratas. De bons e maus.

De pernas de pau. Anos depois seria um livro revolucionário.

Proibido. Chamuscado. Passado de mão em mão. Um livro de amor.

Com paixão, tesão a até traição. Um livro resistente.

Que suportasse o sal das minhas lágrimas. Se eu fosse um livro era um clássico.

Para ler na cama. No silêncio da vida a dois. Depois seria um guia.

Que se lê no meio do banho, da tosse e do ranho.

Um livro que se trata com todo o carinho. Com o passar do tempo uma autobiografia.

Um livro de memórias. com revelações e confidências. Com rugas na capa.

Cheio de páginas. Cheio de vida. Se eu fosse um livro era o ABC do rejuvenescimento.

Uma tentação para quando só nos resta a imaginação.

Se eu fosse um livro tinha muitos capítulos.

Só não queria ter fim.

Texto publicitário da Bertrand, considerada pelo Guinness Book  a Livraria mais antiga do mundo

Este texto saiu com o jornal Público no dia 23 de Abril de 2011.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

CRISTOVAM

 

Barro vermelho como sangue,

Lágrima da mais pura água…

Nesta matéria abençoada,

Humildemente, ardentemente,

Tacteio meu tempo e minha dor.

Cristovam Pavia

segunda-feira, 11 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

SEMANA DAS LÍNGUAS ESSL

 

Dramatização de algumas cenas de FREI LUÍS DE SOUSA  de Almeida Garrett

Turmas 11ºA e B

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LEITURA DE ALGUNS POEMAS DE CECÍLIA MEIRELES E VINICIUS DE MORAIS

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Workshop de Língua Gestual

 

No âmbito da disciplina de Área de Projecto, o grupo de alunos do 12ºD que está a desenvolver o tema “A audição”, constituído pelos alunos Laura Conchinha, Leonor Figueiredo, Miguel Trindade, Sofia Fernandes e Susana Trindade, organizou, hoje, dia 6 de Abril, um Workshop de Língua Gestual e uma actuação musical nesta mesma língua, com os alunos de educação bilingue da Escola Básica 2,3 Cristóvão Falcão.

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No Workshop, dinamizado pelos professores Aldónio Pestana e Carla Louro, foram ensinados os gestos básicos da língua. A actuação musical teve lugar na biblioteca da escola e contou com cerca de 20 alunos e vários professores que os acompanharam.

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O grupo quer, desta forma, agradecer aos professores e alunos da E.B. 2,3 Cristóvão Falcão pela sua disponibilidade, bem como a toda a comunidade escolar que se mobilizou para o Workshop e também para receber os alunos de educação bilingue. Por fim, o grupo agradece ao pessoal responsável pela biblioteca pelo seu apoio à actividade.

terça-feira, 5 de abril de 2011