Parabéns!
segunda-feira, 20 de março de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
sexta-feira, 3 de março de 2017
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Parabéns, Orlando!
Parabéns, Orlando!
Orlando Ferreira, aluno do 11º
ano da nossa escola, chegou à final nas Olimpíadas da Geologia, 2016.
Na final, realizada nos dias 21 e
22 de Maio, em Estremoz, no centro de Ciência Viva, alcançou o 20º lugar.
Se frequentas o 11º, faz como o
Orlando, inscreve-te nas
Olimpíadas da Geologia.
Fala com o teu professor.
Parabéns, Filipe!
Parabéns, Filipe!
Filipe Monteiro, aluno do 11º ano, subiu ao pódio nas Olimpíadas da Biologia, tendo alcançado
o 3º lugar a nível nacional.
A cerimónia de entrega
de prémios realizou-se, no dia 28 de Maio, no Pavilhão do Conhecimento.
O Filipe foi agora convidado a participar, juntamente com os melhores
classificados nas Olimpíadas da Química
e da Física a nível nacional, na prova de seleção para as Olimpíadas da
Ciência da União Europeia, que se realizam de 7 a 14 de maio, em Copenhaga. Dos dezoito pré-selecionados,
seis representarão Portugal na Dinamarca.
Força Filipe a Escola Secundária de S. Lourenço torce por ti…
Se frequentas o 9º, 10º, 11º, ou 12º anos, inscreve-te
nas Olimpíadas da Biologia. Fala com
o teu professor.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Desporto Escolar - Regional de Xadrez
No passado dia 4 de maio, realizou-se em Évora o Campeonato Regional de
Xadrez do Desporto Escolar, tendo a nossa escola participado com dez alunos,
dos escalões de iniciados e juvenis, em representação do Alto Alentejo. Nesta
prova, a equipa de Juvenis alcançou o segundo lugar e três dos elementos desta
equipa (Afonso Teixeira, 2º lugar; Miguel Real, 7ºlugar; e Denis Lapuste,
8ºLugar) ficaram apurados individualmente para o Campeonato Nacional. Foi
uma boa experiência para todos os nossos alunos, que puderam defrontar colegas
de todo o Alentejo.
Professor Rui Vieira
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Menção Honrosa
O aluno da ESSL, Lourenço Soeiro, recebeu uma menção honrosa no «Concurso Era uma Vez o 1º de Maio», promovido pela FNE.
Parabéns!
quarta-feira, 27 de abril de 2016
O Palco é meu
A verdade é que todos nós somos do tecido de que são
feitos os sonhos, uns mais, outros menos. São esses mesmos sonhos que fazem
parte de nós, da nossa essência bem como do nosso ser.
Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é de
alguém que acredite que ele se possa tornar real. Já desde muito pequenina
sonhava subir a um palco e simplesmente brilhar. Hoje, estou longe de chegar
onde quero, mas acredito que um dia chegarei e sentirei o maior orgulho de
todos.
Há pessoas que se sentem bem a escrever, outras a
cantar ou talvez a tocar, eu sinto-me bem a representar, sinto-me feliz.
Felicidade essa que dinheiro nenhum pode comprar, felicidade essa que não tem
preço.
O Palco é Meu foi
a realização de um sonho, e é importante saber que nunca é tarde ou cedo para a
concretização do mesmo. Se acreditarmos, se lutarmos, nós conseguimos! Se
existem medos? Imensos, mas no palco, o lugar onde tudo acontece, o foco está
no guião. Acredito que quando a nossa vontade de voar é maior, os nossos medos
não passam de coisas mínimas e ultrapassáveis nas nossas vidas. O objetivo é
esse mesmo, não deixar que os medos se tornem maiores que a nossa vontade de
voar.
A minha vontade de voar, a minha fé, a minha força
sempre foi superior. Uma vez disseram-me para perseguir os meus sonhos, e se
possível ultrapassá-los, realizando-os, dando-lhes forma, corpo e alma.
Disseram- me para ir e eu fui.
Corri atrás deles, com toda a força, com toda a
determinação e amor. Julguei -me capaz, acreditei em mim, lutei e alcancei. E
agora, olhando para trás e relembrando todos os obstáculos e caminhos que me
levaram aqui, a este mesmo lugar, sei agora que não poderia estar mais
orgulhosa e grata por todos aqueles que acreditaram em mim.
Patrícia Meira
11ºC Nº
24
terça-feira, 19 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
Que é pois o tempo?
José Tolentino Mendonça (04-01-2016)
Somos feitos de tempo, lavrados instante a instante pelos seus instrumentos
Sabemos todos o que é o tempo, mas ele continua a ser uma coisa difícil de descrever. É como se nos faltassem subitamente palavras e o próprio tempo nos impusesse um outro tempo para nos aproximarmos do que ele é. Há uma espécie de lentidão necessária, um dobrar da língua ao qual Santo Agostinho, nas “Confissões”, é bem sensível. Escreve ele: “Que é pois o tempo? Se ninguém me pergunta eu sei, mas se desejo explicar a quem o pergunta não o sei.”
E, contudo, somos feitos de tempo, lavrados instante a instante pelos seus instrumentos: conhecemos idades, estações, tempos mensuráveis e incontáveis, formas visíveis e invisíveis de tempo. Por vezes, o tempo passa por nós com um passo tão subtil que nem damos por ele; sem dilemas ou cesuras, ele como que flutua. Mas outras, o mesmo tempo atormenta-nos, cerca-nos com a sua voracidade, insidia-nos, faz-nos escutar cada vez mais perto os seus martelos, e damos por nós mais sós, vulneráveis à sua obsidiante vertigem. O que é pois o tempo? Não sei se esta pergunta terá algum dia cabal resposta. O importante, creio, é a compreensão de que este tempo que nos atravessa, este tempo preciso, somos nós mesmos. Somos o instante que se prolonga. Somos o duro desejo de durar, e isso não é senão tempo, duração.
Mas há uma sabedoria do tempo a redescobrir. O tempo não é apenas tempo. O tempo é uma arte e pede de nós três coisas. A primeira é a necessidade de desfatalizarmos o tempo. A mordedura de serpente do tempo é fazer-nos crer que já não temos tempo e que tudo é irreversível, tudo passa apenas uma vez. O tempo visto assim é trágico e fechado, experiência de pura perda, sem real possibilidade de transformação e, ainda menos, de redenção. Tudo nos foge por entre os dedos sem que consigamos colher a oportunidade, sem que possamos saborear o sentido. No polo oposto, o poeta Rainer Maria Rilke ajuda-nos a pensar a ideia de aberto como projeto. E o aberto o que é? É a possibilidade de cada um viver em abertura fecunda ao real, resumida assim: “A nossa tarefa consiste em impregnar esta terra, provisória e perecível, tão profundamente em nosso espírito, com tanta paixão e paciência que a sua essência ressuscita em nós o invisível.” A segunda coisa que nos vem pedida é que entendamos as nossas sucessivas crises em relação ao tempo (inseguranças, conflitos, atritos, interrogações), mesmo se dolorosas, como formas de operacionalizar o tempo enquanto lugar não só de fins mas de recomeços. São Gregório de Nissa dizia isso: “O tempo é uma sucessão de começos.” E gosto do que escreveu Christiane Singer num livro precioso que se chama “Do Bom Uso das Crises”: “Ao longo da minha vida, eu fui aprendendo isto, que nos acontecem as crises para evitar que nos sobrevenham coisas piores. E como exprimir o que é pior? O pior é ter tido a infelicidade de atravessar a vida sem perguntas e sem naufrágios, o pior é ter ficado à superfície das coisas e nunca ter acedido a uma outra dimensão.” O terceiro desafio é reaprendermos o tempo como dom que nos ensina os múltiplos e inesgotáveis sentidos do dom. Aquilo que conta o pintor japonês Hokusai no seu testamento tão conhecido: “Desde os 5 anos de idade que tinha a mania de desenhar a forma das coisas; aos 50 anos produzi um número razoável de desenhos, mas no entanto tudo o que fiz até aos 70 anos não é realmente digno do nota; pelos 72 anos aprendi finalmente algo da verdadeira qualidade das aves, animais, insetos e peixes e da natureza vital das plantas e das árvores; assim, aos 80 anos deverei ter já feito algum progresso; aos 90 deverei ter penetrado ainda mais no mais fundo sentido das coisas; aos 100 anos de idade deverei ter-me tornado realmente maravilhoso; e aos 110, cada ponto, cada linha que eu desenhe deverá possuir seguramente uma vida própria.”
[José Tolentino Mendonça | A Revista Expresso | Edição 2253 | 31/12/15]
quinta-feira, 3 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência comemora-se
anualmente a 3 de dezembro.
Esta celebração realiza-se desde 1998, ano em que a
Organização das Nações Unidas avançou com a convenção sobre os direitos das
pessoas com deficiência.
A data tem como principal objetivo a motivação para uma maior
compreensão dos assuntos relativos à deficiência e a mobilização para a defesa
da dignidade, dos direitos e do bem-estar destas pessoas.
Cada ano, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência tem
como fim consciencializar a população da importância da integração das pessoas
portadoras de deficiência na sociedade.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
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