segunda-feira, 30 de maio de 2011

CONSTRUÇÃO DA ESCOLA INDUSTRIAL


Construção da Escola Industrial e Comercial de Portalegre, actual Escola Secundária de S. Lourenço (Av. George Robinson), finais dos anos 50, séc. XX

(fotos cedidas por Egídio Calado)

terça-feira, 24 de maio de 2011

ÁREA PROJECTO - 12ºH

 

Momentos Musicais e Quadros e Outros 28

Ponto de Vista 2 - 75 (1)

Depois de tantos e tão bons trabalhos de Área de Projecto que foram apresentados no passado dia 13, na nossa escola, chegava a hora de o curso de Artes Visuais - os alunos do 12ºH - brilharem...e darem que falar.
       O auditório/ginásio da escola foi "invadido" pelas artes, e por uma grande exposição de excelentes trabalhos dos nossos alunos, desenvolvidos em Área de Projecto, mas também em Desenho A e Oficina de Artes. Pela altura em que começou o espectáculo, com várias actuações musicais, passando por diversos estilos - do pop-rock ao clássico - já havia casa cheia; mas a noite ainda era uma criança, e com os vários desfiles de três dos grupos da turma que se trabalharam em moda, o ambiente realmente aqueceu.
       A noite acabaria com a actuação da Hallituna, não sem antes a turma do 12º H agradecer a todos os que colaboraram e assistiram a esta grande noite de espectáculo que trouxe um brilho muito especial à ESSL.

Ana Rodrigues (12ºH)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

LEITURAS – A CIDADE DE ULISSES

ulisses

«As grandes navegações do século XV, do ponto de vista científico e tecnológico, implicaram um enorme passo em frente. Foi preciso desenvolver a matemática, a astronomia, a ciência náutica, modificar a forma e a vela dos navios, saber orientar-se noutro hemisfério, com novas constelações de estrelas. Escrevemos, no século XV, tratados de construção naval, aperfeiçoámos os navios, nos estaleiros junto de Lisboa, surgiu a primeira escola portuguesa de cartografia, conseguimos calcular com exactidão a latitude, cuja escala no século XVI introduzimos nas cartas e mais tarde outra, aproximada, de longitudes (só no século XVIII se chegaria com exactidão ao cálculo da longitude). Adquiriram-se novos conhecimentos na zoologia, botânica, medicina, farmacologia, estudo das línguas, etnologia, geologia. Não estivemos sozinhos nesse empreendimento, mas a nossa parte não podia ser ignorada.»

Teolinda Gersão

A Cidade de Ulisses (Sextante Editora), pág. 51



quinta-feira, 19 de maio de 2011

COMEMORAÇÕES DO DIA DA EUROPA

 

M2

M1

M3

O Clube Europeu da ESSL, para assinalar o dia da Europa, convidou o eurodeputado Miguel Portas para uma palestra.

Muitos alunos e professores da Escola participaram na iniciativa.

Ficam alguns momentos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

IMPRESSIONISMO

 

Iniciei a viagem. Passei pela porta laranja e transparente, uma entre tantas outras, e desloquei-me para o ponto de encontro. Os corredores, vazios e monótonos, cobriam-me antes de chegar à entrada. Até àquele momento tudo se encontrava em silêncio. As vozes encheram a escola, tornaram-na viva. Só faltava o sino de bronze ecoar. Encontrava-se esquecido e imóvel. Em tempos anteriores, teria sido usado diariamente, admirado e, talvez, odiado. Agora, quase morto e perdido no tempo, não vive, não se mexe, não marca a vida daqueles que passam por ele.

Lá fora, tudo parecia estar parado. O céu renasceu, o Sol brilha intensamente. Vêem-se andorinhas e outras aves. Vêem-se árvores e ervas. E, no meio do céu azul, vive um cataventos. Este ainda vive. O vento não se esqueceu dele. Preto e feito de ferro permanece em cima duma chaminé branca e amarela. Em cima de uma seta, observa-se um porco e um camponês, debaixo da suposta sombra da oliveira. Tudo próprio do Alentejo.

Tocava, naquele instante, na calçada que marcava o jardim. Um local mágico. Um mundo visitado por portalegrenses e estrangeiros. Anteriormente, vermelho e branco. Anteriormente, conhecido pelo seu lago. Agora, tudo desapareceu. A magia e o mistério dissiparam-se…. Destruído e aniquilado. Oposição entre a Natureza e a cidade. É o jardim de Portalegre.

Perto dele, encontrei o antigo mosteiro. Edifício histórico acompanhado pela estátua de D. João III. Moderno também, tal como o jardim. Monótono, tal como os corredores. A sua entrada marca o seu passado, como Mosteiro de São Bernardo. Único símbolo exterior antigo, mas não envelhecido. O caminho terminou e começou a aventura.

O contraste com o novo e o velho estava bem presente naquela ampla sala. Energias renováveis significavam Futuro, tecto e janelas o Passado. Eram bem visíveis as tecnologias. Computador, projector, brinquedos movidos a luz solar e objectos produtores de energia eléctrica. Imaginava-me no corpo de outra pessoa. Viajava ao longo do tempo. Outras pessoas, outros costumes, outras tecnologias. Tudo naquele espaço era o imaginável e o irreal para esses seres. No Presente, tudo se concretiza.

A pedra esculpida ao longo das janelas, fria e renovada permitia a entrada de luz solar. Autorizava o caminho dos raios de sol para iluminarem os posters da exposição. Seria de admirar que tal não acontecesse. Gélida, impotente… Quente ou viva, a pedra continuará naquela sala para alumiar aqueles que a visitem.

Afinal, o tempo não parou. Quinze horas e cinquenta minutos. Mais de meia hora passou desde o início da minha viagem. São horas de me deslocar ao meu lar. É o momento de realizar mais uma vez o trajecto. Encontro crianças. Encontro árvores. Encontro elementos naturais. A distracção leva-me a pisar frutos caídos no chão. Amoras, doces e benéficas, tratadas como bichos. Fruta saborosa que tornou as minhas sandálias peganhentas. É o contacto entre o Homem e a Natureza.

Ana Catarina Carrapiço e Oliveira (14.05.2011)

Nº1 – 11ºD

quinta-feira, 12 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

IDEIAS LUMINOSAS

 

Há ideias luminosas!

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Há ideias luminosas” é o ideal que nos move e é, também, aquele que dá resposta a um projecto desenvolvido na disciplina de Área de Projecto. Assim, com uma exposição, pretendemos melhorar, esclarecer, sensibilizar e alertar a sociedade para a importância crescente do uso das energias verdes, amigas do ambiente, do planeta e de todos nós.

Sabemos que Portugal não é um país que aposta muito nas energias renováveis, e, portanto, pensamos que é nosso dever, enquanto cidadãos activos, promover uma maior utilização destas energias, tendo sempre em atenção que, para haver uma maior aposta nelas, é necessária a educação das diferentes gerações.

Por fim, deixamos aqui o convite para que visitem a nossa exposição, sobre energias renováveis, na Galeria de S. Sebastião, que decorrerá de 9 a 13 de Maio na Câmara Municipal de Portalegre.

Contamos com a vossa presença, muito obrigado.

 

O grupo:

Catarina Marmelo

Danilo Candeias

Luís Almeida

Raquel Miranda