terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

ESSL, Corta-Mato distrital 2012

«Testemunhos de Vida»

B

B2

B3

Na sala de exposições, no âmbito da semana do departamento de Ciências Sociais e Humanas, as turmas do 12.ºE, F e G de Sociologia, os Professores Adriano Capote e Joaquim Camejo, juntamente com  utentes e a Diretora da Instituição C.A.S.A., Drª. Antónia Chambel, abordaram o tema da exclusão social. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Visita do deputado Pedro Marques à ESSL

Visita

No âmbito da IV Semana do departamento de Ciências Sociais e Humanas,

o deputado Pedro Marques visitou a ESSL e  participou no debate intitulado

“Contributo das Políticas Fiscais e Sociais para “a (In)dignidade humana”.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

8ª Edição dos Jogos Matemáticos

 

Na passada 6ª feira, dia  17, decorreu o apuramento para a 8ª edição do
"Campeonato de Jogos Matemáticos", cuja final  será em Coimbra, no
Estádio Universitário, no dia 9 de Março de 2012. Contando com cerca
de 50 alunos, após várias eliminatórias, foram apurados os três
finalistas: Diogo Valdez no Hex, Fábio Oliveira no Rastros e Raquel
Trindade no Avanço.

Parabéns aos vencedores!

IMG_1304

IMG_1311

IMG_1312

IMG_1319

IMG_1322

IMG_1323

IMG_1326

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dia dos Namorados

dia-dos-namorados-2012

 

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.


É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.


Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

 

Luís de Camões

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Conferência - Matemática: A Ciência da Natureza (FCG)

Mat

Informações

Uma enorme transformação no conceito de Natureza ocorre durante os séculos do Renascimento e dos Descobrimentos. As grandes navegações oceânicas tornam esta transformação impossível de esconder. A utilização intensiva de instrumentos, de tabelas, de mapas, bem como a circulação de pessoas, plantas e animais à escala do globo, criam a necessidade de se entender a forma nova que o mundo assume aos olhos maravilhados dos europeus. O século XVII, em que nasce a ciência moderna, consagra esta transformação. Galileu põe a terra em movimento; e o movimento está por toda a parte: não há estado de repouso no Universo. Mas, ao mesmo tempo, comete um “pecado” de consequências monumentais para o futuro – para legitimar o novo conceito de descoberta das leis naturais, Galileu identifica a Natureza com um livro tão sagrado como a Bíblia, porém escrito numa outra linguagem – a da matemática. Ora a matemática era desde os gregos indissociável da Natureza; era o próprio conhecimento rigoroso, não mitológico, da realidade, através da aritmética, da geometria, da música e da astronomia. Paradoxalmente, em poucas dezenas de anos, a matemática aparece apenas como um “instrumento” de compreensão da nova Natureza. A nova matemática (o cálculo) está separada da natureza, funcionando apenas como a sua linguagem. Um novo conhecimento das coisas naturais emerge, adoptando inclusivamente o nome latino de “scientia” para não se confundir com o antigo. A nova física (que surge como mecânica: o estudo do movimento e das forças) triunfa, acolhendo rapidamente os outros fenómenos naturais. Privada inadvertidamente do seu objecto, a matemática escolhe um caminho de progressiva abstracção como estratégia evolutiva, com grande sucesso, até aos dias de hoje. Foi preciso o Cubismo e a Mecânica Quântica para que a Natureza se voltasse a cobrir com os seus véus. Um século depois, percebemos que um conhecimento matemático novo será determinante para que o mundo que nos rodeia ganhe uma nova inteligibilidade. Nós também somos Natureza e esta percepção de base é fundamental para se equacionar a complexidade do nosso tempo. Entendeu por isso o Serviço de Ciência dedicar o ano de 2012 a pensar, de forma motivadora, nos novos caminhos abertos ou antevistos pela Matemática ao reassumir em plenitude o seu papel central de discurso sobre a Natureza.

João Caraça

Director do Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian

Fonte: http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=3448&cal=eventos


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Investigação

Tempo virá em que a investigação diligente, cobrindo longos períodos, esclarecerá coisas que hoje estão escondidas. O tempo de uma vida, mesmo que totalmente dedicado ao estudo do céu, não seria suficiente para a investigação de tão vasto tema. (...) Sim, esse conhecimento terá de desenvolver-se ao longo de gerações sucessivas. Tempo virá em que os nossos descendentes se surpreenderão por não sabermos coisas tão óbvias para eles. (...). Muitas descobertas estão reservadas às gerações vindouras, quando a lembrança da nossa existência estiver apagada. O nosso universo seria insignificante se não houvesse sempre nele algo a ser investigado por todas as gerações que vão surgindo. A natureza não revela os seus mistérios de uma só vez.


Séneca (séc. I), Questões Naturais, Livro 7

Acesso ao ensino superior

Concurso «Gripenet- Gripe às tirinhas»